Final Fantasy XIII: o colosso injustiçado e incompreendido da Square-Enix

FFXIII o colosso injustiçado
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Vou abrir esse post com uma questão polêmica:o que é preciso para ser um JRPG?milhares de quests,itens,personalização,um World Map explorável?muitos poderiam afirmar que sim, outros irãodizer que querem um jogo que cative seu coração que deixe sua marca,seu estilo.Bom FFXIII chegou nesta nova geração onde tudo é  mais caro,mais demorado,mais difícil para ser produzido,o time de produção precisa ser maior.Tanto que a Square-Enix anunciou que um possível remake de FFVII com os mesmos detalhes daquela demo do poder do PS3 teria um monstruoso ciclo de 5 anos com cerca de 500 pessoas envolvidas no projeto.Levando isso em consideração e o enorme desgosto que FFXII deixou na boca dos jogadores com seu enredo sem emoção e personagens sem qualquer carisma, tudo voltou a ser mais ou menos como era antes.


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A mesma equipe de FFVII e FFX produziu o jogo e eles novamente nos trouxeram de volta aquele enredo profundo com ênfase nos personagens e seus sentimentos,história e desenvolvimento assim como nas outras versões citadas anteriormente.
Ao mesmo tempo, a equipe de produção resolveu ousar muito neste jogo deixando de lado as convenções típicas dos RPGs como a exploração de cidades e conversas com NPCs e as típicas jornadas em busca de itens pelo mundo do jogo e usando e abusando da linearidade comum nos jogos do gênero, só mais aqui  num grau bem mais elevado.
Com tudo isso o jogo foi fortemente criticado por analistas(principalmente no Brasil) e jogadores.Mas por que isso?simples, os gostos das pessoas são diferentes e muitos não entenderam ou aceitaram as intenções dos designers em relação ao jogo.As revistas de games (principalmente as do Brasil) seguem aquele padrão engessado das revistas americanas:eles definem um jogo com parâmetros de qualidade que se tal jogo não conseguir atingir ele já é classificado como “mediano” ou até mesmo “ruim” mesmo que suas mecânicas funcionem em harmonia perfeitamente. Tudo, isso acaba sendo interpretado como “falhas”.
E o que é preciso na visão deles para um RPG ser bom?tudo aquilo que foi tirado do jogo.E essas revistas de certa maneira acabam influenciando as pessoas que acabam por seguir esse mesmo pensamento,fora aqueles jogadores puristas demais que querem que a série seja igual ao game que eles consideram o top da série, o que impedem a liberdade artística dos seus designers em tentar algo novo,ainda mais quando é um jogo importante como FF.Chegaram a duvidar da capacidade da empresa nos dias de hoje com desenvolvimento de jogos
Ora a Square-Enix não precisa provar nada pra ninguém.Ela já fez ótimos RPGs seguindo os mesmos padrões de antes e se ela quisesse outro jogo assim eles poderiam ter feito,mas ao invés disso eles optaram por inovar a marca trazer novos estilos,uma nova forma de se jogar RPG e não se prender as regras e tudo sem deixar de lado a identidade da marca,aquilo que faz deste um legítimo FF.Mesmo que essa inovação seja um aumento da linearidade.
A identidade é importante, é aquilo que faz com que mesmo que este seja completamente diferente dos anteriores ainda assim carrega semelhanças e elementos tradicionais com eles.Tradição é uma coisa importante é só vermos como exemplo o Japão que mesmo na modernidade ainda mantêm sua tradição e cultura, passada com respeito e orgulho entre sua população.Este FFXIII ainda mesmo sem exploração de cidades e zilhões de quests ainda é um legítimo FF e tão cativante quanto.É só abrir sua mente e apreciar as suas qualidades próprias sem fazer comparações com títulos anteriores que dá pra se emocionar,envolver e se divertir tanto quanto os demais games da série Quantos jogos de RPG existem com o mesmo sistema de exploração e busca de itens?é pecado querer se livrar de certas convenções para oferecer uma experiência diferente?
Quantos jogos de RPG existem com o mesmo sistema de exploração e busca de itens?é pecado querer se livrar de certas convenções para oferecer uma experiência diferente?como a Square-Enix disse “a fantasia não é finita e não tem forma definida”

E como funciona o estilo de FFXIII?
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“Lightinning é a primeira protagonista de um FF principal desde Terra de FFVI”

Bom FFXII o novo parâmetro de RPGs japoneses das revistas de games tinha uma fórmula de incentivo a exploração livre imbatível:ofereça um enredo nada empolgante e cativante para fazê-lo desistir dele e seguir fazendo as zilhões de quests pelo mundo do jogo.
Ele provou pra mim que RPG bom é linear já que este têm mais ênfase na história e nos personagens.Logo de cara posso dizer que esse é o que oferece a trama mais densa e sombria dos demais epsódios da série com uma ênfase incrível nos personagens.Eles novamente compartilham sua história e seus sentimentos com o jogador criando um elo,eles interagem e se relacionam com os outros,eles enfrentam conflitos e amadurecem durante a jornada.Desta vez mesmo Lightinning sendo a protagonista(e uma mulher não era protagonista de um FF principal desde FFVI com Terra) nada tramita só em torno dela os outros tem tanto destaque quanto.
FFXIII tem forte ênfase no enredo e todo o jogo funciona em torno dele.Uma novidade neste FFXIII é que os personagens não são o grupo que vai salvar o mundo e sim aqueles que o levarão a destruição.Ao se tornarem L’Cie automaticamente os transformaram em inimigos da humanidade segundo as lendas.E sendo inimigos da humanidade a exploração de cidades não faria o menor sentido no jogo então ele foi tirado.Além disso Sanctum ,exército do governo entra numa caçada ao nosso grupo que precisa fugir sempre seguindo em frente constantemente,além de eles perseguirem o fal”cie que os transformou em L’Cie antes do seu Focus acontecer caso contrário eles virarão monstros os Cieths.Não é nem preciso dizer que conversas com NPCs foram completamente abolidas também por esse fator.
Assim como FFVIII o seu grupo de jogo nem sempre estará disponível,seja porque ele tomou um caminho diferente,ou foi raptado ou qualquer outro motivo dentro do contexto da trama,só que dessa vez eles também ganham experiência mesmo fora da sua Party o que é um alívio, já que em FFVIII você precisava ficar um BOM tempo evoluindo aqueles que entravam depois de muito tempo fora.
Mas é só seguir em frente o jogo todo?não, perto do fim do jogo ao chegar em  Pulse temos as famosas missões paralelas onde você pode explorar o mundo em busca da única sidequest:a luta contra os lendários  Mark Cieths, monstros cristalizados poderosíssimos cada qual com sua regra para vencê-las.Nessa parte a linearidade é mandada as favas e toda a liberdade tão desejada está aí.Aí você pergunta?por que só no final?oras quem joga FF e demais RPGs japoneses sabe que a primeira coisa que um jogador faz é curtir a história pra depois fazer o 100%(pelo menos eu faço deste jeito).FFVII por exemplo deixava você explorar até e determinado ponto do mapa do mundo que só podia ser explorado totalmente com a aquisição da arship LÁ PERTO DO FIM DO JOGO.E você lçevava cerca de 9 Horas pra chegar ao World Map.Pra ver todo o exagero em torno das reclamações de FFXIII sobre linearidade.

Um sistema de jogo de primeira
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Para compensar a falta de exploração, o sistema de batalhas é bastante elaborado e supera de longe FFXII simplificando as ações automáticas do seu grupo pois era um pouco maçante configurar gambits e testar cada um para funcionarem em harmonia,além de ser bem mais ágil e frenético.A intenção dos produtores é aproximar o estilo de ação com a tática dos RPGs e eles fizeram isso muito bem.Tanto que a sensação é de jogar um game de ação  que vai direto ao ponto, mas com o grupo e a estratégia de um RPG convencional.O sistema de batalhas é a grande estrela de FFXIII e mais do que compensa qualquer fuçada em cantos por aí
O sistema de níveis similar a Sphere grid de FFX chama-se Crystarium. Você evolui os seus personagens gastando cristal Ponts e habilita novos pontos  dele somente conforme avança no enredo.Essa é uma boa idéia pois ele não deixa o seu grupo ficar superpoderoso antes do tempo.Outra ousadia da Square-Enix é o fato de ter somente 3 parâmetros : HP força e poder mágico e não haver comandos como Steal ou Blue Magic.O novo sistema de melhora de armas semelhante a FFVIII é bem interessante,você pode usar itens para melhorar suas armas,quebrar outras para obter itens mais raros.Você pode usar apenas sua arma principal até o fim ,mas só é necessário evoluí-la ao máximo com os chefes opcionais.O fato de só gerar dinheiro vendendo os mesmos itens de customização não é exatamente um problema pois dá pra seguir só com a arma principal até o fim do jogo normal sem precisar estar no topo da evolução.O planejamento se torna maior, igual em FFVIII quando você tinha que decidir se usava junctions de magia nos atributos dos personagens ou as usava em batalhas

O visual além dos limites
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Como disse no meu review de FFX a tecnologia é uma benção.E se esse mesmo jogo já conseguiu me encantar,FFXIII deixou meu queixo cair no chão tamanha a riqueza de detalhes.Até hoje não vi jogo nenhum nesta geração que seja totalmente 3D ter o mesmo nível de riqueza artística e detalhista como esse jogo.É de cair o queixo.A sensação é a de estar jogando as Cgs de FFX tamanha a perfeição.Um exemplo disso é a cara de absorto que o Hope fez quando sua mãe morre na sua frente no inicio do jogo,é de causar espanto o realismo da cena que deixou até um aperto no peito.E você podendo mexer a câmera não vai parar de admirar os cenários com detalhes riquíssimos.Depois de encarar o Fal’ Cie no inicio do jogo você explora um cenário cristalizado belísssimo.A sensação que te dá é de solidão e melancolia extrema, ainda mais quando você sabe que existia vida ali anteriormente.Aquela sensação cinematográfica de FFX se intensifica ainda mais aqui.O mar da praia de Bodhun faz você se sentir como se estivesse ali(dá quase pra sentir o ar e a areia fofa de lá).O cenário do inicio do jogo é prova do esforço dos designers pois o nível de detalhes beira o absurdo.seja nas máquinas,no teto com fortes luzes verdes por todos os cantos.

Melodia dos deuses
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Eu sou um grande fã de Nobuo Uematsu vibrei com cada melodia que ele compôs.Mas tenho que aplaudir e me curvar para um homem chamado Masashi Hamauzu compositor deste game:o cara fez simplesmente sem exageros a TRILHA SONORA MAIS INCRÍVEL JÁ COMPOSTA PARA UM RPG.Ouvir a trilha sonora de FFXIII é como um dia de sol depois de um céu nublado,é como pétals de cerejeira bailando ao vento éalgo sensacional!ele reuniu um grupo de compositores para compor uma obra-prima de estilos variadíssimos.temos músicas cantadas(e são várias delas),pop,clássico,eletropop,Techno,jazz e até Bossa Nova (ISSO MESMO BOSSA NOVA!),com direito a bastante violino e piano marca registradado autor.”Blinded by Light” é simplesmente a melhor música de batalha que tive o prazer de ouvir num RPG, e temos os temas de Serah,Lightining,Hope,Sunleth Waterscape…é difícil até listar quais as minhas favoritas mas simplesmente todas me fizeram me sentir nos céus!

Personagens que compartilham seus sentimentos novamente

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Conforme dito os personagens tem todo o destaque que merecem e todos tem cuidado especial.
Lightinning é durona e séria, sua atitude é fruto do fato que ela teve que aprender cedo a se virar e cuidar de sua irmã Serah após a morte de sua mãe.No entanto ela demonstra possuir um sentimento maternal enorme conforme ela se aproxima de Hope e um amor enorme por sua irmã tanto que quer achar um jeito de livrá-la do seudestino como L’Cie.Light quer tanto cuidar dela que não aprova o namoro com Snow por ele ser um tanto irresponsável.Light era membro do Sanctum.
Serah é ingênua e doce,durante o inicio do jogo ela já é uma l’cie e por isso light quer encontrar o fal”Cie responsável por transforma-la antes que seu Focus termine.Sazh é brincalhão e meio atrapalhado mas é um pai responsável e piloto de aeronaves ele é protagonista de momentos memoráveis no jogo com seu filho Dajh.Vanille é meio serelepe e agitada ela é o elemento Kawaii do jogo.No entanto ela parece esconder alguma coisa.Fang é membro do governo e persegue os heróis no inicio, é muito misteriosa e com uma beleza selvagem.Hope é um jovem revoltado especialmente com relação a seu pai que não dá a mínima pra ele preferindo os negócios a família e com Snow que ele acredita ser o responsável pela morte de sua mãe já que ela se voluntariou para deter o Sanctum junto com o Nora Team para evitar o Purge da população o que resultouem sua morte.Snow viveu em um orfanato,por conta disso tem uma vontade incondicional de ajudar as pessoas em retribuição ao que fizeram a ele no passado.Montou um exército independente em Bodhun conhecido como Team Nora que protege a população de monstros nos arredores.Nutre um grande amor por Serah a quem ele pediu a mão numa cena belíssima vista em um flashback logo no começo e quer a todo custo salvá-la de seu destino infeliz.Snow é um tanto inpulsivo e meio irresponsável o que gera conflitos com Light(não dá pra esquecer do MURRO que ela deu na cara dele em um momento de discussão)
O grupo vive situações de tensão e conflitos constantes inclusive os personagens  brigam entre si,interagem,discordam um do outro, existem diálogos que rolam na exploração reforçando tal interação.Isso faz com que essas relações acabem roubando o destaque do enredo.É um verdadeiro espetáculo cinematográfico!

Mas o enredo de FFXIII não fica atrás,bem e mal só é definido apenas pela circustâncias e até mesmo o seu grupo é considerado uma ameaça e os antagonistas tem suas póprias motivações.Governos com tendências facistas e um mundo utópico controlado por ele, determinando quem deve ou não viver nele e proibindo o contato com as pessoas a volta lembram um pouco Metrópolis de Osamu Tezuka como bem frisou uma matéria que li num site.Como de praxe várias reviravoltas aparecem e o grande mal aparece somente no fim

Conclusão

FFXIII é um excelente RPG não tem que provar nada a ninguém.Não interpreto de forma alguma seus elementos como falhas.Falha é quando alguma mecânica não funciona direito ou quando sua proposta não é atendida(um exemplo é o primeiro Kingdom Hearts que tem falhas principalmente no gameplay e nas câmeras) e isso não vi de forma alguma no jogo.Seu estilo cinemátografo é grande e minha sensação ao jogá-lo é de ter uma experiência melhor do que ir ao cinema pois o jogo é como um filme mas com a vantagem de você conduzir a trama e participar das batalhas(fora que o enredo é melhor que de muitos filmes)
Se FFXIII é ou não o melhor da série não importa, o importante é que Final Fantasy quer ser diferente sem deixar de ser Finl Fantasy novamente

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6 respostas em “Final Fantasy XIII: o colosso injustiçado e incompreendido da Square-Enix

  1. cara, finalmente alguém que não é fãboy do VII, eu fiquei admirado com sua importância em deixar claro que o XIII é um ótimo jogo e que as pessoas são “influenciadas” a pensarem que o jogo é ruim só porq leram ou ouviram de alguém! Eu achei a forma linear meio entediante e meio que fácil… mas para quem jogou, assistiu e leu as falas e entendeu a história, sabe que este jogo não é de se jogar fora! Eu terminei a platina do XIII-2 faz pouco tempo, eu achei ele muito bom, e muito melhor do que o XIII, e pelo o que vi no final do game, parece que terá o XIII-3!!! Ou seja, esse preconceito com o XIII é só pela parte dos americanos (tanto latinos quanto do norte). Esse seu post está de parabéns!

    • Sim, concordo com sua opinião. A maioria das pessoas que davam sua opinião a respeito é que o fato do jogo ser linear (embora tenha partes não lineares) era ruim. Eu alugo o jogo pra saber e ter minha própria opinião, e o resultado? Não me decepcionei nem um pouco e cheguei a comprar. Ja joguei os outros FFs e acho que cada FF tem algo a oferecer, de acordo com cada gosto das pessoas. Os “fãs” não deveriam julgar FFXIII por não ser parecido com FFVII, afinal, que FF é parecido com o VII (nem o Crisis Core)? Nenhum FF é igual e eu acho que as pessoas deveriam interpretar melhor a diferença de falha e sistmea de jogo diferentes antes de julgar. Eu tbm joguei o XIII-2 e posso diser que não m arrependi nem um pouco. E que venha FFXIII-3.

  2. É uma série de fatores que faz o FFXIII ser mal visto nessa geração:
    1º Games saudosistas: Essa geração é marcada por eles, QUALQUER jogo lançada nesta geração de uma franquia conhecida, vai ser vítima dessa espécie, e toda e qualquer mudança vai ser motivo para uma chuva de críticas negativas
    2º Gráficos: Essa entra quase junto com a dos gamers saudosistas que, (não sei pq raios) faz uma relação de GRÁFICOS BOM= JOGO RUIM, GRÁFICOS RETRO=JOGO BOM! Estamos em 2013 e FFXIII(acho que lançou em 2009?!) é um dos mais impressionantes visualmente dessa geração.
    3ºMídia: Essa crítica negativa toda da mídia, serviu para espalhar para o mundo, que o jogo é uma bosta, que por ser linear é uma merda blá blá blá, o que acontece?! O pessoal joga (quando joga) apenas algumas horas (isso quando joga), e já sai falando, que além de linear, o jogo é extremamente fácil e para de jogar. Acontece que FFXIII, tem um sistema de batalha um pouco diferente, e á medida que o foco do líder muda, o “job” muda também, e leva um tempo pra nos acostumarmos com o novo “job”, por isso, durante as primeiras 10h aproximadamente do game, ele é um tanto fácil nas batalhas, mas a coisa muda de figura quando temos a opção de escolhermos a própria party. Resumindo, o pessoal nem joga o game inteiro e já fica dizendo que é uma merda, que falta isso e aquilo.

  3. É uma série de fatores que faz o FFXIII ser mal visto nessa geração:
    1º Games saudosistas: Essa geração é marcada por eles, QUALQUER jogo lançada nesta geração de uma franquia conhecida, vai ser vítima dessa espécie, e toda e qualquer mudança vai ser motivo para uma chuva de críticas negativas
    2º Gráficos: Essa entra quase junto com a dos gamers saudosistas que, (não sei pq raios) faz uma relação de GRÁFICOS BOM= JOGO RUIM, GRÁFICOS RETRO=JOGO BOM! Estamos em 2013 e FFXIII(acho que lançou em 2009?!) é um dos mais impressionantes visualmente dessa geração.
    3ºMídia: Essa crítica negativa toda da mídia, serviu para espalhar para o mundo, que o jogo é uma bosta, que por ser linear é uma merda blá blá blá, o que acontece?! O pessoal joga (quando joga) apenas algumas horas (isso quando joga), e já sai falando, que além de linear, o jogo é extremamente fácil e para de jogar. Acontece que FFXIII, tem um sistema de batalha um pouco diferente, e á medida que o foco do líder muda, o “job” muda também, e leva um tempo pra nos acostumarmos com o novo “job”, por isso, durante as primeiras 10h aproximadamente do game, ele é um tanto fácil nas batalhas, mas a coisa muda de figura quando temos a opção de escolhermos a própria party. Resumindo, o pessoal nem joga o game inteiro e já fica dizendo que é uma merda, que falta isso e aquilo.

  4. FInal Fantasy XIII é de longe o melhor jrpg da geração, concordo com tudo o que foi dito no texto, é muito difícil ver um jogo com o nível de cuidado que ele teve, embora eu preferisse que tivesse mais missões paralelas eu não reclamo disso porque eu entendi perfeitamente o enredo e ficar batendo de porta em porta coletando itens quando se tem um exercito querendo te eliminar não faz muito sentido.
    Eu joguei a maioria dos FF mas nunca tinha terminado o FFIX e comprei ele na psn e que desgosto deu em jogar, não porque o jogo seja antigo, eu zerei com muito gosto o FFVIII recentemente mas o FFIX tem uma história horrível e um sistema de batalha pior ainda, novamente digo que gosto de jogo antigo, tambem zerei esses dias pela enésima vez o FF Tactics, mas o FFIX foi umas das piores coisas em que investi o meu dinheiro ultimamente.
    O ruim é aqueles dinossauros que pararam no tempo e ficam endeusando os jogos antigos so porque fizeram parte da infância, ok o FFVII é bom mas não é melhor do que o FFIV na minha opinião.
    Atualmente estou me divertindo muito com FFXIII-2 e Resonansce of Fate e apesar desse último não ter a história muito bem trabalhada é um jogão sem dúvidas.

  5. Sazh é um piloto de aeronaves. Sério mesmo que você vai dar spoiler num review de Final Fantasy XIII? Parei de ler ai. Quando eu terminar o jogo eu volto aqui nessa matéria.

    Eu também gostei do jogo. Só que o capitulo 4 e 5 é o que vai fazer qualquer um desistir do jogo.. É muito chato, nesses 2 capitulos que juntos dao umas 7 horas, nao acontece nada importante. Tive que ter muita paciencia nessa parte, algo raro nos jogadores de hoje em dia. Estou no capitulo 7 e fiquei sabendo que so no 11 que o jogo tem side-quest.
    Eu gostei dos personagens menos da atitude do Hope. Porque ele nao consegue contar o que ele quer contar ao Snow? Os dois estao na mesma party no capitulo 7 e mesmo assim esse garoto nao faz nada! Apesar disso, estou gostando de ver o crescimento desse personagem. Eu jamais esperava que o personagem mais forte(Lightning), se desse tao bem com o personagem mais fraco e patetico(Hope). Isso é muito foda! Pra mim isso foi o melhor do jogo até agora. É o primeiro jogo de RPG dessa geração que eu me empolgo tanto. A linearidade nao atrapalha tanto a diversao com a condicao de que voce nao jogue mais de 3 horas seguidas. Tem que saber dosar senao o jogo fica enjoado.

    Pra finalizar eu gostaria de dizer que eu nao consegui gostar de FF XII por causa do Vaan. Esse personagem nao tem nenhum carisma. E olha as roupas que ele usa? É o protagonista mais metrosexual que ja vi. O design dele me dá nojo. Se a historia fosse boa e fizesse me importar com os personagens ai eu jogava, mas se for jogar so pela jogabilidade nao dá. Nao joguem Final Fantasy XII. esse jogo nao presta.

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